Seja bem-vindo(a) à página wandintrader.com.br. Meu nome é Wanderson e sou comumente chamado de Wandinho, sendo essa portanto, a razão da nomenclatura escolhida: WandinTrader. Ao contrário do que a maioria pensa, não sou economista; minha formação é voltada para a área de tecnologia — Engenharia de Software, para ser mais específico. Comecei minhas primeiras atividades como trader em 15 de setembro de 2016, na modalidade de opções binárias, acompanhando paridades de moedas. Sei que muitos esperam uma grande história de sofrimento, dificuldade e superação como de costume, mas receio desapontar, pois minha trajetória no mercado foi simples.
Antes de conhecer esse universo especulativo, eu já tinha conhecimentos sobre renda fixa e variável e já investia com base em recomendações de uma empresa chamada Toro Radar — hoje acredito que ela já não exista mais. Até aquele momento, eu conhecia apenas as ações recomendadas por essa empresa. A Toro Radar, pelo menos no início, fazia um excelente trabalho, mas com o tempo, parecia estar jogando contra seus clientes, pois as recomendações pioravam cada vez mais, e eu já pensava em cancelar o serviço. Nesse mesmo período, eu trabalhava em uma empresa de informática e, por meio do contato com um dos donos, conheci as opções binárias. O que me chamou a atenção foram os gráficos de velas, semelhantes aos das ações. Na época, achei que se tratava da mesma coisa — ou seja, do mesmo tipo de mercado.
Curioso sobre esse novo mercado, que prometia enriquecimento rápido, lancei-me a estudar melhor a leitura e interpretação de gráficos para tomada de decisão — em outras palavras, análise técnica. Eu não estava totalmente despreparado, pois já entendia o que significava uma vela de alta ou de baixa. O que eu não compreendia, nessa fase, eram os gatilhos para iniciar uma operação. Sei que mencionei não ter tido dificuldades no mercado, mas isso não é absolutamente verdade — e já explico porquê. Depois de explorar diversos livros e uma infinidade de PDFs na internet sobre análise técnica, eu não aceitava mais errar nem tomar loss; não admitia que minha conta retrocedesse em seu valor. Com esse pensamento já nocivo, conheci uma técnica chamada martingale — e claro, o final dessa história não terminaria bem. Eu duplicava, triplicava a conta, mas, no dia em que minha técnica operacional não se encaixava, eu quebrava a conta. Naquela época, em minha mente, eu não poderia andar para trás e usaria todos os recursos disponíveis para evitar isso — ou seja, ou eu avançava, ou quebrava a conta. Com o tempo, aprendi que não é o gráfico que determina o preço — pelo menos não isoladamente, como eu imaginava. Assim, o surgimento de um martelo no fim de um movimento de baixa, apesar de ser um forte sinal de exaustão e/ou reversão da venda, não significa que o movimento mudará de direção e começará a subir imediatamente. Hoje entendo isso claramente.
Depois que aceitei que, por mais forte que seja um sinal ou confluência, nada está garantido — o mercado é soberano, e muitas coisas podem acontecer a cada segundo —, o martingale ainda fez parte do meu operacional por muito tempo, mas dessa vez muito bem controlado e limitado. Após esse período de superação, tornei-me lucrativo em opções binárias por dois anos e alguns meses — até começar a enfrentar problemas de limitações e, por fim, dificuldades para receber meus valores. Meus saques demoravam mais do que o normal e logo depois, precisei constantemente comprovar documentação, enviar comprovantes, aguardar análises... Valores desapareciam da plataforma sem que eu os tivesse recebido, o que me levou a migrar para outra empresa de opções binárias — onde a situação foi ainda pior: a plataforma me impunha um delay absurdo. Foi nesse ponto que desisti das opções binárias. Infelizmente, nessa época fiz muita propaganda sobre elas, ensinei muita gente a operar — ou pelo menos tentei —, criei canal no YouTube, servidor no Discord para operarmos juntos... Foi uma época boa mas infelizmente, não durou muito, e tive que me retratar com algumas pessoas a quem antes incentivava operar binárias — afinal, não poderia continuar incentivando outros em algo em que eu já não acreditava mais.
As opções binárias tinham acabado para mim, mas meu desejo — ou vício — pelos gráficos permanecia. Procurei, então, algo similar para compensar, e assim começou uma nova jornada: o mercado de paridade de moedas, o forex. Esse mercado me trouxe muito mais aprendizado. Novos conceitos — como stop loss, take profit, lotes e volatilidade — me fizeram subir de patamar. Demorei um pouco mais para entender sua dinâmica e seus conceitos, mas uma coisa facilitou muito esse caminho: eu já conhecia as paridades e seus movimentos pelos estudos realizados na época das opções binárias. No forex, o deslocamento é importante — ou seja, quanto mais as cotações se moverem a seu favor, melhor será o resultado. Isso não era motivo de preocupação nas opções binárias, pois bastava acertar se o ativo estaria acima ou abaixo do ponto de entrada ao final do período. O mercado forex não tem expiração e, por essa e outras razões, apesar de conhecer os movimentos desse tipo de mercado, tive que me ajustar bastante para obter resultados satisfatórios. Operar gráficos com intervalos de 1 minuto já não fazia mais sentido, e a plataforma MetaTrader me assustava bastante no início.
Após alguns meses me adaptando, comecei a obter resultados consistentes e a explorar um pouco mais. Com o uso da MetaTrader, conheci a linguagem MQL e, nesse ponto, unifiquei meus conhecimentos em tecnologia, passando a construir ferramentas para me auxiliar nas operações: scripts, indicadores, sistemas de automação, alarmes sonoros, telas que mudavam de cor conforme determinada condição programada e diversas outras soluções, conforme minha imaginação permitia. Vendi ferramentas sob encomenda, conforme as instruções de cada cliente, e também comercializei algumas das minhas criações. Ou seja, deixar as opções binárias foi a melhor decisão que eu poderia ter tomado — embora jamais possa omitir ou negar que, sim, as opções binárias foram minha porta de entrada no mercado financeiro na modalidade de day trade. Até a presente data, já operei nos mercados de forex, ações, criptomoedas e futuros. Tive contatos com outros tipos de mercados não mencionados, mas sem qualquer entusiasmo ou interesse. Meu mercado de atuação hoje é o forex, minha eterna paixão. Adoro operar essas paridades e mantenho-me presente também no mercado futuro de índice e dólar quando estou a fim de me estressar.
Com meus dois mundos unificados — o trading e a tecnologia —, desenvolvi um sistema capaz de replicar minhas operações para qualquer usuário da plataforma MetaTrader. Essa iniciativa não foi a primeira: antes, tentei usar a própria comunidade MQL e me registrei como provedor de sinais, mas isso não funcionou bem com meu estilo operacional, pois o delay era muito grande para operações curtas. Acredito que funcione bem para swing trade, mas, no meu caso — day trade com operações muito rápidas —, traria grandes prejuízos aos seguidores no longo prazo. Assim, criei o TWS-FX, um sistema de sincronização com respostas em até 1 segundo, para resolver o problema de delay entre diferentes tipos de contas e corretoras. Hoje — pelo menos até o momento em que escrevo estas linhas — posso dizer com muita propriedade que o conhecimento é libertador em todos os sentidos. Se não fosse por ele, eu jamais teria atuado na área de desenvolvimento de software, jamais teria me tornado lucrativo no mercado financeiro e muito menos teria construído ferramentas eficazes para tornar minha vida muito mais fácil.
Meu conselho final é: estude sempre, busque conhecimento e aprimore-se. Envolva-se com algo que o faça se apaixonar, em que você não sinta o tempo passar — e o sucesso financeiro será consequência. Sei que o foco aqui é o day trade, e sei que não é nada fácil, pois envolve uma série de variáveis que precisam estar muito bem equilibradas. Por isso, não existe fórmula mágica de sucesso que possa ser simplesmente transferida. Cada indivíduo precisa encontrar sozinho seu ponto de equilíbrio — e, uma vez encontrado, saberá que cada sacrifício e cada frustração valeram a pena. Ser trader não é apenas sentar e operar com bons resultados. Vai muito além disso: é um estado de espírito permanente, presente em tudo e em todas as decisões que tomamos.
| “Tenho orgulho de ser Trader.”